28 de novembro de 2009
18 de novembro de 2009
Anti Cristo (2009)
Depois de ouvir comentários, ler críticas, vi e mais uma vez me surpreendi. Como todos os anos, estava esperando ansiosamente pelo novo filme do Lars Von Trier, assim c
omo espero os lançamentos do Woody Allen e Almodóvar.
Uma obra como esta, é preciso conhecer o responsável, assim como sua história e seu contexto. Este entendimento, que para mim, é o mesmo necessário para entender as obras de arte contemporânea da Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Tem coisas, que a primeira vista, tanto no filme como na Bienal que parecem sem sentido, exagerados, absurdos, sujos, ...
Bem, do filme, posso destacar que algo que caracterizou os filmes de Lars Von Trier foram a polêmica, tanto pelos temas como pela abordagem. Ora, mostrar que a natureza é má e que o sexo pode ser violento e mutilador é muito chocante e assustador. Sem falar no marido que assume o tratamento terapeutico de sua esposa. Isso põe em jogo muitos mitos.
O que me fez relaxar durante o filme e não me "apavorar" é entender que este diretor põe muito de si nos roteiros mas de uma maneira crua, sem limites ou filtros. O homem estava saindo de uma depressão de meses, internado em hospital. É possível compreender o por que ele não seguiu sua linha de rodar sem interrupções, segundo o próprio, as cenas "remendadas" são resultado de sonhos ou lembranças posteriores a gravação.
Tudo isso choca?
O lançamento no Festival de Cannes fez muitos críticos deixarem a sala de exibição. Claro que choca, chocou e continuará chocando.
De qualquer maneira, considero considerando uma obra de arte que merece se ser vista.
omo espero os lançamentos do Woody Allen e Almodóvar.Uma obra como esta, é preciso conhecer o responsável, assim como sua história e seu contexto. Este entendimento, que para mim, é o mesmo necessário para entender as obras de arte contemporânea da Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Tem coisas, que a primeira vista, tanto no filme como na Bienal que parecem sem sentido, exagerados, absurdos, sujos, ...
Bem, do filme, posso destacar que algo que caracterizou os filmes de Lars Von Trier foram a polêmica, tanto pelos temas como pela abordagem. Ora, mostrar que a natureza é má e que o sexo pode ser violento e mutilador é muito chocante e assustador. Sem falar no marido que assume o tratamento terapeutico de sua esposa. Isso põe em jogo muitos mitos.
O que me fez relaxar durante o filme e não me "apavorar" é entender que este diretor põe muito de si nos roteiros mas de uma maneira crua, sem limites ou filtros. O homem estava saindo de uma depressão de meses, internado em hospital. É possível compreender o por que ele não seguiu sua linha de rodar sem interrupções, segundo o próprio, as cenas "remendadas" são resultado de sonhos ou lembranças posteriores a gravação.
Tudo isso choca?
O lançamento no Festival de Cannes fez muitos críticos deixarem a sala de exibição. Claro que choca, chocou e continuará chocando.
De qualquer maneira, considero considerando uma obra de arte que merece se ser vista.
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Lars Von Trier
10 de novembro de 2009
Novidades
1. Agora a Gris tem um irmão... o Lars. 
Parece ser mais forte de saúde que a pobre da Lola, é muito brincalhão e manhoso. Suas cores lembram a Lola, mas tem mais tons de cinza... Já sobe por tudo e gosta de ficar perto das minhas revistas.
2. Agora temos móveis com história, que agora fazem parte da nossa história e guardam uma parte nossa história.
Ali estão TODOS os meus livros de receitas, culinárias e gastronomias... Copos de cerveja de vários países, canecas de vários lugares, taças de vinho, ...
3. O outro móvel é uma cômoda, está no meu quarto, com roupas e literatura...
Gostaram? Eu sim, e muito! Olha quantidade de caixas que foram eliminadas....
Parece ser mais forte de saúde que a pobre da Lola, é muito brincalhão e manhoso. Suas cores lembram a Lola, mas tem mais tons de cinza... Já sobe por tudo e gosta de ficar perto das minhas revistas.
3 de novembro de 2009
Gazpacho andaluz
Acho que chegou o verão... pelo menos as temperaturas esta semana subiram uns 10 graus em comparação a outra semana... noites com pouco vento e abafadas. Deu vontade de gazpacho... e essa foi a nossa janta, bem refrescante, "rica, rica" como diz o Karlos Arguiñano, cozinheiro basco que eu assistia na TV5 da Espanha.
Receita de
Gazpacho Andaluz de Karlos Arguiñano adaptada:
Receita de
- 1/2 kg de tomates maduros (usei o italiano)
- 1/2 pimentão verde (usei o vermelho, fica menos forte)
- 1 dente de alho
- 1/2 pepino sem casca
- 1 fatia de pão de sanduiche (não coloquei, prefiro que fique mais fina)
- 4 colheres de sopa de vinagre de vinho (usei o balsâmico, fica mais adocicado)
- Azeite de oliva a gosto (eu vou colocando e provando)
- Água fria a gosto (se quiser mais líquido, se coloca mais água)
- Sal
- Pimenta
- *coloquei meia cebola pequena e tempero verde, dica da D. Adela, andaluza, mãe da minha tia
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Receita
26 de outubro de 2009
A Lola... não resisitu
Depois da patinha quebrada, passou uma semana meio estranha, brincando pouco, ronronando pouco... de sexta para cá, enfraqueceu, tentamos de tudo: soro em seringa, leite, ração dissolvida, nada, não queria nada. Levamos ontem na emergência e ontem mesmo ela não resistiu.
Ao que tudo indica ou comeu pedrinha da caixa de areia e inchou.
Agora nós e a Gris estamos muito sentidos... será que buscaremos outro irmã(o) para a Gris???
Ao que tudo indica ou comeu pedrinha da caixa de areia e inchou.
Agora nós e a Gris estamos muito sentidos... será que buscaremos outro irmã(o) para a Gris???
22 de outubro de 2009
Bastardos Inglórios (2009)
Outro
dia estava lendo no Jornal Correio do Povo uma crítica sobre o lançamento "Bastardos Inglórios. Ali, o mesmo que li em outros jornais, críticas na internet e comentários alheios realmente não conseguiu me tirar a curiosidade de ver com os meus próprios olhos esta obra do cineastra que parece seguir sua linha básica de sangue, violência gratuita, belas mulheres e mais sangue.
Entendo que a violêma crítica sobre o novo filme do Quentin Tarantino "Bastardo Inglórios". Esta crítica, repetindo o quncia e o sangue na obra do Tarantino faz parte da sua estética, assim como as mulheres sexy, as armas e os diálogos intermináveis. O colorido, sobre tudo o vermelho, harmonizam com o enredo e a cultura pop que de
forma remissiva ele repete.
O filme se passa durante a Segunda Guerra Mundial e a grande fantasia da história é tentar exterminar os líderes Hitler e demais seguidores. Paralelo a isso aparece as ironias das atrocidades dos nazistas, comentadas em meio a bares e jogatina.
Destaco a interpretação do Christoph Waltz, ator austríaco que foi premiado no Festival de Cannes pelo seu papel de Coronel nazista exterminador de judeus. Brad Pitt mostrou mais uma vez seu potencial humorístico, embora seu papel não tenha muito protagonismo.
Tentei me lembrar dos outros filmes de Tarantino e não consigo
lembrar de nenhum que tenha me chamado muito atenção, que tenha adorado. Gostei muito de Jackie Brown (1997), tentei gostar de Kill Bill mas não consigo entrar na "viagem" dele. Bastardos Inglórios poderia dizer o mesmo, gostei, mas me custou entrar nesta viagem.
Cada ano espero o lançamento do filme do Woody Allen, do Almodóvar, do Lars Von Trier, assim como para muitos a espera é pelo Tarantino. Sigo esperando os meus lançamentos, porque pelo visto, mesmo tentando, o Tarantino não é dos "meus".
dia estava lendo no Jornal Correio do Povo uma crítica sobre o lançamento "Bastardos Inglórios. Ali, o mesmo que li em outros jornais, críticas na internet e comentários alheios realmente não conseguiu me tirar a curiosidade de ver com os meus próprios olhos esta obra do cineastra que parece seguir sua linha básica de sangue, violência gratuita, belas mulheres e mais sangue.Entendo que a violêma crítica sobre o novo filme do Quentin Tarantino "Bastardo Inglórios". Esta crítica, repetindo o quncia e o sangue na obra do Tarantino faz parte da sua estética, assim como as mulheres sexy, as armas e os diálogos intermináveis. O colorido, sobre tudo o vermelho, harmonizam com o enredo e a cultura pop que de
forma remissiva ele repete.O filme se passa durante a Segunda Guerra Mundial e a grande fantasia da história é tentar exterminar os líderes Hitler e demais seguidores. Paralelo a isso aparece as ironias das atrocidades dos nazistas, comentadas em meio a bares e jogatina.
Destaco a interpretação do Christoph Waltz, ator austríaco que foi premiado no Festival de Cannes pelo seu papel de Coronel nazista exterminador de judeus. Brad Pitt mostrou mais uma vez seu potencial humorístico, embora seu papel não tenha muito protagonismo.
Tentei me lembrar dos outros filmes de Tarantino e não consigo
lembrar de nenhum que tenha me chamado muito atenção, que tenha adorado. Gostei muito de Jackie Brown (1997), tentei gostar de Kill Bill mas não consigo entrar na "viagem" dele. Bastardos Inglórios poderia dizer o mesmo, gostei, mas me custou entrar nesta viagem.Cada ano espero o lançamento do filme do Woody Allen, do Almodóvar, do Lars Von Trier, assim como para muitos a espera é pelo Tarantino. Sigo esperando os meus lançamentos, porque pelo visto, mesmo tentando, o Tarantino não é dos "meus".
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13 de outubro de 2009
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